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  A pergunta é simples, já alguma vez ouviu falar ou alguém alguma vez lhe recomendou verificar os seus níveis de homocisteína?

É normal que não, nem que tão pouco desperte qualquer tipo de curiosidade. Mas e se se disser que pode ser uma substância tão perigosa ou mais que o colesterol, e responsável por pelo menos 15% de todos os ataques cardíacos e AVC’s? Talvez ai o caso já mude de figura.

O que é a homocisteína?

Homocisteína é um subproduto intermediário, produzido quando o corpo metaboliza(quebra) meteonina, um aminoácido essencial.

Existe um alto nível de meteonina em produtos como:

· Carne bovina

· Ovos

· Leite

· Queijo

· Farinha branca

· Comida enlatada

· Alimentos altamente processados

 

A meteonina, origina assim a homocisteína que por sua vez se decompõe em cisteína, ou se transforma novamente em meteonina. Ambas as substâncias são benignas e essenciais à vida.

Para estes processos acontecerem, é necessário um consumo regular de ácido fólico e vitaminas B12 e B6 . Deficiência destes compostos produz um disparo nos valores de homocisteína.  

Provar teorias

Dr. Kilmer McCully em início de carreira direcionou os seus estudos para uma doença denominada homocistinúria. Esta doença atacava geralmente crianças com um defeito genético de incapacidade no rompimento de meteonina e com um elevado grau de homocisteína.

Concluiu que crianças com idades tão baixas como os 8 anos, podiam morrer de ataque cardíaco e que as suas artérias eram muito espessas, podendo ser comparadas às artérias de pessoas idosas.

Dr. McCully publicou em consequência destes estudos, importantes trabalhos nas décadas de 60 e 70, sobre o quão importante é, manter um baixo nível de homocisteína. No entanto, nos fins da década de 70 as suas teorias perderam impulso e financiamento, sendo posteriormente descredibilizadas.

Nesta mesma altura ganhava ênfase a teoria que defendia que a causa mais plausível para os ataques cardíacos, seria o excesso de colesterol. Não deixando espaço para outras teorias poderem singrar e começando as grandes farmacêuticas os seus percursos de facturação milionária. O colesterol como causa, foi então consolidado.

Em 1990 a teoria da homocisteína ganhou novo fôlego com o Dr. Meir Stampfer. Dr. Stampfer analisou e concluiu que mesmo níveis ligeiramente elevados desta substância estavam estreitamente relacionados com um maior risco de se possuir ou se vir a desenvolver doenças cardiovasculares, chegando a correr riscos 3x mais elevados de ataque cardíaco.

Mais tarde o European Concerted Action Project consolidou através de um estudo em grande escala, a teoria de que quanto maior a quantidade de homocisteína, maior o risco de ataque cardíaco. Níveis antes aceites como normais, eram agora altamente perigosos.

É devido a estas conclusões que se dá o interessante caso, de mais de metade das pessoas que sofrem ataques cardíacos terem níveis de colesterol normais.

Riscos de elevada quantidade de Homocisteína

Quando a homocisteína se conjuga com factores como hipertensão, colesterol ou hábito de fumar, o risco de doenças cardiovasculares dispara exponencialmente. Esta conclusão causa cepticismo mesmo em defensores da teoria do colesterol.

Elevado grau de homocisteína pode provocar:

· Doenças arteriais coronárias

· AVCs

· Doenças vasculares periféricas

Suplementos de vitaminas B12, B6 e ácido fólico podem custar cêntimos a ser adquiridos e reduzir eficazmente os níveis de homocisteína, não produzindo qualquer tipo de interesse comercial suficiente para financiamento de estudos sobre esta substância. Opondo-se em grande escala aos bilhões que já se ganharam à custa do colesterol.

 Colesterol → produz partes celulares e hormônios

 Homocisteína → não tem nenhum benefício

Níveis :

 normais de laboratório → 5↔15 micromols/L (micromols por litro de sangue)

 literatura médica → acima de 7 = perigoso

acima de 9 = extrememamente perigoso

 apresentados por médicos → 10↔11 micromols/L

Estes níveis precisam de estar pelo menos entre os 4 e os 6 micromols/L.

Como reduzir níveis de homocisteína

· Controlar a dieta e reduzir o consumo de produtos com alto nível de meteonina. Trocar estes produtos por fruta, legumes ou proteínas vegetais.

· Fornecer ácido fólico e vitaminas B12 e B6 em proporções adequadas para o bom funcionamento de sistemas enzimáticos e respectivo rompimento da homocisteína.

Com estes suplementos as quantidades de homocisteína chegam a baixar entre 15%↔75% .

Alguns pacientes possuem problemas ao nível dos processos bioquímicos de redução desta substância, denominada metilação.

Deficiente metilação pode indicar:

 deficiência de vitaminas

 níveis reduzidos de doadores de “metil ”, que produzem nutrientes essenciais ao cérebro

A falta destes nutrientes, pode causar doenças crónicas degenerativas

ex. certos Cancros, Alzheimer ...


 

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